Entrego minha arma!
Diga aos meus adversários que eu não quero mais lutar, fale também que eu estou naquela esquina que eles marcaram a emboscada. Se puder fale ainda com a morte que agora tanto faz... _ não! Diga que agora eu não quero mais fingir,por isso, é necessário que eu morra! Mas Peça os meus inimigos que não mais se importem comigo _ não é necessário nem o desperdício de munição! Porém, Peça presa, pois eu tenho presa! E fale que estou com o peito aberto e de fendas nos olhos. Diga que a tristeza lhe abriu um buraco, e que toda a felicidade não pode ter completar. Vai minha alma: diga isto aos meus adversários...
Fale que eu desisto! Desisto porque essa batalha não é minha, Porque eu nem sair de casa, mas todos aqueles corpos ao chão sou eu – e eu não morro não e nem nunca. Por isso, diga que não e justo! Que assim é covardia... Mostre que é covardia! Não e justo que todos os corpos ao chão sejam eu...
Vai amada alma diga, depois de tua volta ao mundo, que não, que não que não quero mais lutar!
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