Esse caminho eu já o conheço tão bem;
tão que ate já sou escravo dele...
caminho.
caminhos... dos muitos no mundo e na vida por que eu foi seguir logo esse, pergunta meu coração.
Solução não há. Só seguir enfrente mesmo – enfrente ate quando, pergunta meu coração.
Se ao menos ousasse trocar de caminho, sei que andaria literalmente muito, mais muito mais feliz, mas não ouso – não ousa por que, pergunta meu coração. Porém minha boca nada diz!
Ah...! sei que doí reconhecer, mas reconheço! ( já não é primeira vez) : sou o meu pior inimigo. Sou as própria placas de sensualização que sempre me fazem perde o rumo ao um “caminho certo”, já sou até aos obstáculos que ainda nem são quem dificultarão, e muitas fezes ate me impedirão de seguir viagem, nos caminhas que ainda passarei – farei isso por me conhecer, diz meu coração.
Por me conhecer, julgo o certo errado e o errado certo e faço sempre o que não era para ser feito e quase nunca penso se teria outro tipo de escolha – assim faço simplesmente por me conhecer; mas é mentira... MEN -TI- RA, argumenta contra isso o meu coração. E meus olhos confirmam com solitárias e secretas lágrimas.
Penso em escrever um livro um dia, e queria, ao menos, interpretar de alguma forma a agonia que arde dentro de mim! Não, não tenho o peito tão largo e a alma tão sensível como realmente queria ter!
Sem mais delongas, simplesmente só queria que os meus relatos, que são antes de tudo mais toscos que todo, fossem mentira; mas Não SÃO, responde o meu coração.
Eu é que sei as marcas que o tempo tem me deixado e...
E eu é que sei as chagas que tenho suportado, gritou agora o meu coração. Porém não foi o meu coração quem gritou, porque ele só bate. Quem grita e chora e lamenta e escreve e queria que todo fosse mentira sou eu – por me conhecer!
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