Deste que a luz do amor raiou na noite do meu peito nunca mais tive paz.
Por outra lado brilhou também a esperança de antes apagada.
Triste é saber o inicio, meio e fim das “coisas’’ e não poder mudá-las!
Ai! Se eu pudesse acordar e todo se tornar perfeito!
Triste fim para uma árvore no meio da multidão humana – saber que eles andam e pulam, mas "ela deve ficar parada!", como os infinitos momentos que descontinuam numa fotografia.
A velhice nunca dá tempo para ninguém ficar jovem, por isso ela puxa cada segundo com sua infinita corda que é tempo – pudesse eu ter o tempo, como as linhas nas palmas das minhas mãos!
Assim como as coisas que dão erradas começam certas é também o poema: Se eu forçar os meus olhos um pouquinho só a mais eles se fecharam, depois, ate mesmo antes de se abrirem haverá só você pra mim, mas e daí? talvez você nunca saibas disso!
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