Lágrimas...
Quero-as comigo! Quero todas elas guardadinhas dentro da concha de minha alma, como se fossem pérolas de um mal querer! Porque serão – um dia! a metalinguagem de minha vida!
E nesse dia então, de repente, descerão sobre meu rosto, que não será mais do que uma imensa folha em branco. Onde cada uma falará de sua Historia, e com pingo dirá um livro. Mas por enquanto, silêncio em meus olhos, nada de literatura em meu rosto e sim expressionismo – ainda que falso!
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