terça-feira, 26 de abril de 2011

Uma critica severa

   O ruim de mostrar os teus poemas, é que ninguém faz uma critica severa – mas quem poderia fazê-la?!

   Não há – com certeza  não há – regra alguma para isso! As palavras, depois de tudo, sejam como e por quer for apenas escapolem – e que mal tem nisso? – depois, algumas, gritam tanto ao nosso ouvido  que  entendemos e as deixamos, fora da matéria do pensar, numa folha de papal. Em seguida botamos um nome...
– Eu bem sei que não tenho nada de novo e de nobre e de gênio a dizer para este mundo selecionador de Gênios e Nobres e Césares! E não, realmente não, espero mais nada que sabê-lo: só escrevo – e quero escrever! – ate a minha alma se encantar e se quebrar e viver em mim, como eu vivo nela.porque o que vem  de dentro dela é ebsolutamente  mais belo.E o que me custa deixar textos com nomes – ouviram! – como quem deixa marcas na estrada pela qual passou? – não tenho nada para lhes dizer – eu sei! Mas e daí? Eu gosto de viver no silencio mesmo!
Deixa-me cantar minhas canções em paz... – ah, deixem! E eu quero é desenhar o que não puder, ate mesmo porque não sei – Por que não? Eu não tenha nada – só escrevo por fraqueza mesmo! Mas o que vocês esperavam?
   Útil de mim, bom de mim, lógico de mim? O que eu escrevo vai de fantasia de Carnaval paro os funerais do ponto final que qualquer bom texto poderia ter! Tocante... De mim? Inovador... De mim? Contextualidade e Intertextualidade...Em mim? – Eu que mancho diametralmente de merda ate mesmo o falso clichê do que poderia ser um bom clichê de um poema! Analítico de mim, esotérico de mim, simbolista de mim – logo de mim... Quem foi o besta que esperou qualquer coisa de mim, meu Deus!
   Mas apesar disso e porém, e ainda assim e, no entanto querem (tem erro ai viu...!!!) me pôr ordens? Eu que já não tenho nada – e agora que já não da para guardar isso dentro de mim – querem me botar ordem...? Não obedeço a ordens, e se obedecesse teria sido feliz há muito tempo... Pois sou livre, ate mesmo no meu estado de não ser, agora, por x e x questões, e não há mais perfeição depois do dia 22...

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