Deixe passar assim os meus dias:
Sem lembrança de alguém nos meus caminhos tão, tão povoados;
Sem esperança de ilha nesse oceano tão, tão e tão distante chamado solidão;
Sem, sequer, uma mancha em preto e branco no mundo incolor de minha vida;
Sem ritmo de mim nas rodas ritmadas da felicidade;
Sem mensagem do meu mundo triste ao mundo entupido de informação;
Sem certeza de vitoria em plena a era de vencedores;
Com palavras encharcadas nos lábios presos, na boca seca e muda.
Esquina dos meus sonhos encantados em que esquina tu se perdeu de mim? Ache-me, por favor, ache-me aqui; aqui onde eu nada seria!
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