Minha presença no mundo é como almas dos puros, quase míngüem sente!
Quase míngüem sente a minha presença no mundo porque ela é como canto solitário que não se ouve a noite.
No meio do mundo a de existir um vale, e no oco desse vale um rio corre de modo tímido e silenciosamente e despercebidamente e despretensiosamente e solitariamente – esse rio sou eu e minha presença no mundo
No meio de tantas, tantas e tantas e tantas historias no livro da vida
Minha presença no mundo é uma página em branco que ainda não escrevi uma vírgula, salvo estas palavras agora, e já estou prestes a morrer!
Mas a minha presença no mundo é realmente muito menos do que tudo isso – é uma vida que não vive ainda.
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